Austrália, estão desenvolvendo o primeiro supercomputador capaz de simular redes de processamento semelhantes à de um cérebro humano. Atualmente, os cientistas explicam que o órgão mais importante do corpo humano é capaz de realizar processamentos de um exaflop, ou seja, aproximadamente bilhões de operações matemáticas por segundo. Comparação aos outros órgãos do corpo. Baseados nessa premissa, os cientistas do projeto estão desenvolvendo o supercomputador, nomeado de DeepSouth; um dos objetivos é compreender como os cérebros processam tantas informações com tão pouca energia. Totalmente online. Em entrevista ao site NewScientist, o cientista Ralph Etienne-Cummings, da Universidade Johns Hopkins nos EUA, disse que o supercomputador representa um avanço para o estudo da neurociência. Semelhantes às do cérebro em escala. Simular picos de redes neurais em computadores padrão usando unidades de processamento gráfico e unidades centrais de processamento multicore é muito lento e...
Necessidade de proteger os circuitos e sistemas de radiação para evitar falhas permanentes nos equipamentos. Elétricos e Eletrônicos (IEEE), Fernanda Kastensmidt, já existem algumas técnicas de software e hardware que podem proteger esses circuitos e evitar defeitos permanentes. A IEEE é considerada a maior organização técnica do mundo dedicada ao avanço da tecnologia para o benefício da humanidade, tanto para missões espaciais quanto para a Terra. Especialista trabalhou no primeiro chip brasileiro resistente à radiação e fez parte da equipe de três satélites nacionais dois deles são os satélites CubeSat NanosatC-BR e NanosatC-BR2. Entre planetas, todo o circuito integrado vai passar por uma forte chuva de íons que batem nesse material e pode causar pulsos de corrente que podem fazer com que o circuito se degrade”, disse Fernanda, ao ser questionada sobre o grande problema da radiação em circuitos elétricos. Cobertura nesse sistema pode ser a solução para reduzir a intensid...
InfoComm 2025, uma das mais importantes feiras profissionais de tecnologia audiovisual dos Estados Unidos, realizada de 7 a 13 de junho em Orlando, consolidou mais uma vez o papel da empresa como protagonista global em soluções para ambientes digitais inteligentes. Apresentou um portfólio robusto de tecnologias que integram Inteligência Artificial (AI), interatividade e conectividade, reafirmando seu compromisso em transformar salas de aula, escritórios, espaços comerciais e pontos de venda em ambientes mais eficientes, envolventes e preparados para os desafios da transformação digital. Posicionando-se não apenas como fabricante de displays, mas como parceira estratégica na criação de ambientes conectados. Até soluções de sinalização digital com inteligência embarcada, o foco esteve na aplicação prática da tecnologia e no impacto direto sobre produtividade e inovação. Information Displays da LG Brasil, fala sobre a participação na feira para a empresa: “A InfoComm 202...
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